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Assunto: Notícias

03/07/2018

De acordo com um relatório da CNT (Confederação Nacional do Transporte), 60,1% das transportadoras tiveram queda na receita bruta do último ano. Este quadro não foi motivado apenas pela fase de recuperação da crise que o Brasil tem passado, pois há diversos obstáculos que atrapalham o crescimento do negócio.

Para saber como evitá-los e vencer os desafios das transportadoras, você precisa entender como lidar com os principais problemas. Confira:

Restrição de circulação de veículos

Cerca de 200 cidades brasileiras têm leis para restringir, em alguns horários, a circulação de alguns veículos pesados, conforme a CNT. Além disso, há regras para carga e descarga de mercadorias que as restringem para determinadas áreas. Esta medida reduz os congestionamentos, mas o trabalho se torna difícil e exige planejamento das transportadoras.

As restrições encarecem o transporte em 20%, segundo a NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística). Para minimizar esta situação, a entidade recomenta a cobrança da TRT (Taxa de Restrição ao Trânsito). Entretanto, este custo só facilita a situação para as transportadoras e encarem o valor final do serviço.

Assim, uma medida para evitar estes problemas, dependendo do volume da carga, pode ser encontrar alternativas de entrega, como VUCs (veículos urbanos de carga), motos, transporte coletivo ou bicicleta.

Condições ruins das vias

As rodovias brasileiras recebem poucos investimentos, são inseguras, não têm sinalização eficiente e estão em péssimas condições. Os motoristas se desgastam e sofrem com tentativas de assaltos. As cargas são danificadas no decorrer do caminho e os veículos passam a necessitar de mais manutenção e, até mesmo, sua substituição é antecipada.

Ainda de acordo com a CNT, no período de 15 anos houve um aumento de 23,2% (1,5% ao ano) de rodovias pavimentadas, enquanto a frota de veículos cresceu 184,2% no mesmo ínterim.

Das rodovias estaduais e federais analisadas, 48,6% apresentam problemas e, quando consideramos a geometria e a sinalização, chegamos ao percentual de 57,3%.

Com estes dados, percebemos o quanto o crescimento do fluxo de veículos é grande e os investimentos em infraestrutura são minúsculos. Essa desproporção afeta a eficiência do transporte de cargas no Brasil.

Em algumas regiões do país o acesso a alguns municípios só é realizado por meio de estradas de terra, barcos ou, até mesmo, aviões. Esta dificuldade influencia o preço do frete o encarece, o que pode tornar a entrega em determinadas localidades inviável.

Roubo de cargas

Em 2017, o roubo de cargas causou um prejuízo de R$ 1,4 bilhão, conforme relatório produzido pela Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro). As ocorrências aumentaram 86% nos últimos cinco anos e, desta porcentagem, 84% aconteceram em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O resultado disso é deixar o Brasil na 8ª posição no ranking dos países mais perigosos para o transporte de cargas. Esta triste classificação foi definida pelo Joint Cargo Committee.

Com este cenário, as transportadoras precisam investir em segurança e acabam repassando este custo aos seus clientes por meio de taxas adicionais e aumento no preço de seus serviços.

Leia mais: Roubo de cargas: Sua frota está protegida? 

Tecnologia da Informação

O transporte de qualidade exige um sistema que proporcione monitoramento dos veículos, controle das informações, cumprimento dos prazos e um bom relacionamento com o cliente, informando-o sempre sobre as etapas da entrega.

A tecnologia da informação contribui para otimizar os processos e ajuda conquistar resultados mais satisfatórios, encantando o consumidor final com a eficiência da transportadora.

Um sistema robusto conta com GPS (sistema de rastreamento de veículos via satélite), gestão de operações logísticas, otimização, redução de gastos operacionais e gerenciamento de fretes, entre outras funcionalidades que um sistema informatizado disponibiliza.

O caminho para vencer os desafios é longo e as empresas nacionais devem procurar por ferramentas tecnológicas e fazer um esforço no desenvolvimento de estratégias que aperfeiçoem seus serviços.

A experiência do cliente é o que conta nos tempos atuais, pois um pequeno deslize pode colocar tudo a perder. As pessoas compartilham suas impressões em suas redes sociais e em sites especializados em receber reclamações, como o Reclame Aqui.

Qualquer investimento de tempo e recursos é válido para garantir o melhor serviço e manter um valor competitivo.
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Tags: DICAS DE GESTÃO

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