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Assunto: Notícias

27/09/2018

A gestão dos custos é um diferencial para se destacar no mercado de transporte de cargas, pois demonstra como a empresa tem conhecimentos profundos e sabe como gerenciar este processo.

Independente do porte da transportadora, as despesas devem ser controladas para evitar gastos desnecessários que impactem em cada um dos departamentos e superem as receitas.

O processo de transporte é caro e, por muitas vezes, a terceirização é a melhor opção para não ter gastos com manutenção e contratação de motoristas.

Assim, a empresa deve adotar estratégias e utilizar ferramentas para prestar serviços com alta performance, mas também precisa saber quais as taxas mais importantes.

Faça a gestão dos custos – saiba quais são os gastos

Para fazer uma gestão dos custos eficiente você precisa, logicamente, saber onde estão os gastos da empresa. Por incrível que pareça, algumas despesas e taxas são ignoradas ou, até mesmo, desconhecidas!

Por esse motivo, a empresa deve entender onde os investimentos estão sendo feitos e quais as taxas são cobradas no transporte.

De acordo com as necessidades operacionais e tipos de serviços prestados, as taxas de transporte podem variar.

Suas particularidades influenciam no preço do frete e devem ser levadas em consideração ao firmar um contrato. Confira as taxas que são mais cobradas

1. Gerenciamento de Risco e Segurança (GRIS)

A taxa é cobrada, independente da distância percorrida, sobre o valor da Nota Fiscal. No entanto, em cidades com índice de roubo elevado, a cobrança pode ser influenciada.

Sua função é cobrir os investimentos em segurança que a empresa deverá fazer para evitar esse tipo de situação.

2. Frete Peso

É definido pelo cálculo do peso cubado (dimensões da embalagem) e o peso bruto. Antes de realizar a cobrança, deve-se verificar se o frete deve ser cobrado pelo volume da carga ou peso.

3. Reentrega

Se a entrega não for realizada na primeira tentativa, uma taxa de reentrega poderá ser cobrada pela transportadora. A taxa se baseia nos gastos gerados pela distância percorrida entre o destino da entrega e sua origem. Costumeiramente, 50% do valor do frete original é cobrado.

4. Devolução dos produtos

A devolução pode ocorrer quando o cliente encontra alguma inconformidade na mercadoria e decide rejeitar a entrega. Assim, é necessário devolver o produto à sua origem. O resultado deste processo é mais custos para a transportadora.

Sua cobrança é calculada com a agregação de um novo frete (no mesmo valor do anterior) acrescido do total do ICMS que foi gerado nesta operação.

5. Pedágio

São cobrados conforme o trajeto percorrido para fazer a entrega e deve sempre ser levado em consideração no planejamento financeiro da gestão dos custos.

De acordo com a Lei nº 10.209/2001 (art. 2º), é importante ressaltar que, quando a carga é fracionada, a cobrança será dividida entre todos os pedidos que estiverem no mesmo veículo.

Dessa forma, esta cobrança torna-se menos onerosa para os clientes.

8 – Taxa de permanência da carga

Trata-se de uma taxa calculada baseada no espaço que os pedidos já prontos para entrega ocupam nas áreas destinadas ao armazenamento (crossdocking).

Sua cobrança é formada pelo valor e tempo que as mercadorias ficaram na transportadora.

A intenção é ressarcir a empresa responsável pela movimentação e armazenagem dos produtos.

7. Taxa de fiel depositário (TFD)

É cobrada quando as mercadorias ficam retidas no posto da SEFAZ (Secretaria de Estado da Fazenda) pela fiscalização enquanto o embarcador resolve as pendências exigidas.

Assim, a transportadora se torna fiel depositário e arca com as responsabilidades para prosseguir o serviço e cumprir prazos.

8 – Taxa de administração da SEFAZ

Sua função é ressarcir os gastos que as transportadoras têm quando precisam arcar com burocracias (como a situação que falamos no item 7). A cobrança é feita para cada CT-e (conhecimento de transporte eletrônico) emitido por meio de um valor fixo.

Além destas taxas, a gestão dos custos entre outras, como frete valor, taxa de despacho, estadia do veículo, ad valorem, cubagem, taxa miníma, TDE (taxa de dificuldade de entrega), EMEX (taxa de emergência excepcional), TRT (taxa de transição de trânsito), taxa de urgência e a taxa de escolta armada.

Para contornar esta situação, é importante estar preparado e ter conhecimentos sobre cada gasto que incidirá sobre o processo de transporte.

O que você achou destas informações? Sente-se preparado para fazer a gestão dos custos em sua empresa? Entre em contato com nossos especialistas e receba apoio neste processo!