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Assunto: Transporte de Cargas

12/03/2019

A fiscalização é um dos elementos chave no deslocamento de uma mercadoria. É por isso que o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe) é essencial para transportadoras. No entanto, hoje não se fala apenas na emissão de CTe, como também na importação de CTe.

Este termo pode até parecer popular, mas ele faz parte de uma tendência no segmento de transporte de carga rodoviária. Isso porque as transportadoras não são mais as responsáveis pela emissão do CTe.

Quem emite o CTe?

Existe no mercado do transporte rodoviário uma mudança na realidade dos processos que envolvem a emissão deste documento. Antes, era comum que ele fosse gerado apenas quando a carga já havia saído para a entrega e, portanto, era pensado apenas no fim do ciclo de operações. Cabia à transportadora da mercadoria gerar o documento.

A tendência para o futuro deste tipo de operação é a inversão da metodologia. As embarcadoras, ou seja, as empresas que precisam enviar a carga, absorveram esse serviço e, agora, emitem o CTe autorizadas pelo SEFAZ.

Assim, é possível que a embarcadora saiba antes de repassar a mercadoria para a transportadora, quais serão os custos de frete com base na tabela de cálculo, que tem valor representativo no valor do produto.

A internalização deste procedimento garante redução de custos às embarcadoras. Elas emitem CTe eletrônica e entregam às transportadoras, que ficam responsáveis apenas pelo processo de deslocamento do produto. A estratégia está em voga principalmente no setor da indústria.

Qual o papel das transportadoras?

Isso não significa que as transportadoras não terão mais nenhuma participação no processo de documentação da carga que irá transportar. Com essa mudança, o CTe não é emitido apenas no final do processo, mas sim no começo (pela própria embarcadora) e entregue às transportadoras. Elas ficam responsáveis, portanto, pela importação deste documento fiscal eletrônico.

Para se manterem ativas no mercado rodoviário, será preciso que as transportadoras estejam preparadas para essa nova tendência. Como também, que sejam capazes de importar o CTe automaticamente, a fim de otimizar suas operações.

É por isso que este segmento caminha para a contratação de softwares especializados, capazes de importar o documento no início do ciclo da operação. Neste sentido, softwares ERP mais robustos, como o Avacorp-I, já possuem essa funcionalidade de importação de CTe.

O CTe é obrigatório?

Se a empresa emite algum dos documentos fiscais relacionados abaixo, é possível substituí-los pelo CTe ao prestar serviços de transporte:

• Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8;

• Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9;

• Conhecimento Aéreo, modelo 10;

• Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11;

• Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 27;

• Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, quando utilizada em transporte de cargas.

Isso denota que, se a empresa tem contato com algum destes documentos em sua operação, ela pode usar o CTe para otimizar seus processos e, consequentemente, deve conhecer as características de sua emissão.

O que é o CTe?

É função do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe) auxiliar as atribuições fiscais. Trata-se de um documento emitido e armazenado digitalmente, usado para certificar toda prestação de serviço de transporte de cargas no Brasil. A emissão do CTe é necessária tanto para deslocamento entre municípios como entre estados.

Sua função é reunir dados de identificação e obrigações tributárias em um único documento. Nele, devem conter informações sobre o embarcador e o destinatário, como também o trajeto que será utilizado para a entrega da mercadoria, além do seu peso, preço, etc.

A emissão do CTe deve ser feita para cada destino. Isto é, cada mercadoria deve ter o seu, com os dados do destinatário a qual será entregue.

Conclusão

Por fim, entende-se que o mercado exige novos procedimentos das transportadoras. A importação do CTe é uma tendência para o futuro dessas empresas, requerendo de diretores e gestores das transportadoras o monitoramento de sistemas especializados.

 

Tags: Conhecimento de Transporte Eletrônico, CTe, CTe eletrÔnica, Emissão de CTe, importação de CTe, Importação do CTe, transporte de carga